Como se escrever uma boa história

Publicado 23/06/2009 por flaviocintra1
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jornada

Foto: Livro "A jornada do escritor" por Christopher Vogler

 

A Jornada do Escritor, de Christopher Vogler, busca enviar ao leitor todas as fases de construção de personagens e situações necessários para se escrever uma boa história. Para isso, o autor usa estruturas místicas bastante conhecidas como base para o seu roteiro de escrita. O livro busca enumerar ao leitor todas as etapas de construção de personagens e situações necessários para se escrever uma boa história.

 

Um fascinante conhecimento de mitos, sonhos, dramaturgia e narrativa misturados com a própria vida. Muitas das histórias que contamos hoje em dia têm relação com os antigos mitos, principalmente os dos heróis.

 

Por mais que pareça um guia de roteiros, este livro não é como outros que se propõe a ser manuais. Porque Christopher Vogler não impõe um modelo a ser certamente usado, mas propõe ao leitor que crie novos caminhos para a sua própria Jornada de Escritor. Com este objetivo, ao fim de cada capítulo há uma seção com perguntas para melhor entendimento e aplicação dos conceitos utilizados por Vogler, a fim de que o escritor seja bem sucedido em sua viagem que é escrever.

 

Os personagens arquetípicos dos mitos fornecem a base da narrativa moderna, assim, a jornada do escritor é a jornada do herói, com suas provações até chegar à vitória final. O autor mapeia alguns padrões mitológicos e sugere matriz para a estrutura da narrativa moderna, principalmente para roteiros, filmes e vídeos será de grande ajuda para quem se interessa por escrever histórias e roteiros, além de ser instigante para qualquer público que gosta de ler um bom livro.

 

Por ser um livro interessante para outros escritores esse livro e usado como a bíblia de Hollywood, por ser bem exemplificado e bem claro, contendo informações importantes para a escrita fictícia.

 

Como não sou um escritor, achei bem completo e muito claro, eu usaria como base em uma história não real. Dentro das citações e exemplificações do livro pois são boas. Já não sei como um escritor agiria diante desse livro que ensina a escrever aquilo que provavelmente ele já sabe. É uma forma de abrir a mente dessas pessoas, mais não é um livro de regras onde eles sigam atentamente e sem erros.

Ética e Responsabilidade na imprensa

Publicado 17/06/2009 por flaviocintra1
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Nos dias atuais, para vários profissionais nas áreas de educação, comunicação, esporte, política, dentre outros, a ética é uma forma de obter sucesso, nome no mercado de trabalho e na área de lazer social. Não ter ética significa fugir dos princípios do ser humano. Ter certos tipos de ações pode prejudicar a sociedade e a si próprio.

 

Um exemplo de falta de ética está no caso do jovem jornalista americano Stephen Glass, que usou os seus artigos inventados para obter fama e sucesso, e acabou sendo desmascarado.

 

Outro caso é o do radialista Orson Welles, que transmitiu via rádio “A guerra doa mundos”. Falava de alienígenas marcianos invadindo a Terra. O caso ocorreu em 1938.

 

Um jornalista deve ser bem claro nas suas matérias e artigos, não usando mentiras e falsas afirmações. Deve-se pesquisar e analisar os fatos e acontecimentos para não se comprometer com nada. O bom senso é a melhor arma.

 

Muita gente pensa que ter ética pode influenciar na vida social e não se interessa em tê-la. Isso é um erro. Pessoas que tomam atitude despensada podem cometer erros graves perante a sociedade e assim não ganham o respeito que buscam.

As atitudes de um jornalista perante a ética

Publicado 16/06/2009 por flaviocintra1
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ética

Foto: http://projexecutive.com/web2/nova_img/invest.jpg

 

Um jornalista pode chegar a mentir. Mais de uma forma não tão intensa. Ele pode omitir fatos ou acontecimentos dependendo do perigo ou ajuda que essa informação pode ter.

 

  

Suborno é crime e não é coisa a qual um profissional faça. Mas, se essa notícia for capaz de ajudar ou de incriminar alguém, ele o fará. O jornalista não anda 100% dentro da lei. Até por que se a seguisse, muitas vezes não faria matérias importantes e de grande repercussão.

 

 

Um atuante na área deve pensar de várias formas, ver várias hipóteses, olhar de todos os lados possíveis e analisar as conseqüências. Ele não pode hesitar de forma alguma, não pode ter medo de conseqüências, deve pensar no interesse do leitor.

 

 

Em alguns casos ele não só pode como deve publicar. “Exemplo: O caso do jogador Robinho que foi acusado de estuprar uma jovem.”

 

 

Existem também casos em que após ser publicada a matéria repercute de uma forma diferente. Exemplo: O caso da brasileira que diz ter sido atacada por neonazistas.

 

 

Uma ficção realista

Publicado 16/06/2009 por flaviocintra1
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Foto: http://www.cobbles.com/simpp_archive/images/purchase/orson-welles-1939.jpg

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Em 1938, Orson Welles realizou a transmissão pela rádio de “A Guerra dos Mundos”. Contava a chegada de extraterrestres que ninguém via e que destruíam o mundo. Para quem não ouviu que era uma ficção, pensou que o ocorrido fosse real e por conseqüência entrou em pânico, isso ocorreu com mais de 1 milhão de pessoas.

 

O caso veio à tona mais tarde, com o questionamento da manipulação da imprensa. A forma como foi publicada deixaram os fatos muito claro e causou essa repercussão.

 

Teve como conseqüência vários processos e reclamações de pessoas afetadas com o caso, seres humanos revoltados com a forma em que essa história apavorou a todos.

 

A forma que uma notícia é dada deve ser precedida de bastante cautela perante o público alvo, para não atingir de forma “violenta” e não ofender ninguém. A distorção da notícia pode acarretar problemas não só para o ouvinte, mas também para o transmissor.

O mais novo vício da sociedade!

Publicado 14/05/2009 por flaviocintra1
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Foto: www.patrovia.com.br/.../curiosidadepatrovia.htm

Foto: www.patrovia.com.br/.../curiosidadepatrovia.htm

Se pararmos para analisar os fatos, o século XXI está muito marcado por avanços tecnológicos, humanos e científicos. Ultimamente a população tem se distraído com uma forma diferente de comunicação, a internet.


Hoje os sites de relacionamento ganham destaque na vida profissional e pessoal dos jovens, causando em vários casos mudança de comportamento e vício no mesmo, o que preocupa pais e familiares de pessoas dependentes dessa forma de se comunicar. O Orkut é a bola da vez entre os internautas brasileiros, que constituem mais da metade dos 60 milhões de membros no mundo e detêm a posição de campeões de números e duração de acessos (Revista Agitação março/abril 2009). Há, de um lado, a preocupação com as longas horas que muitos estudantes passam diante do computador, roubando tempo que deveria ser dedicado aos estudos, ao lazer, ao esporte e a outras atividades próprias da idade.


Em casos arquivados, usuários mantêm esse tipo de comunicação para vender variados tipos de drogas ou armar situações em que um dependente se sinta constrangido ou humilhado, o chamado FAKE. O FAKE é um perfil falso que abusa da privacidade de algumas pessoas para própria diversão, sendo sempre denunciado e excluído do site.


Então guarde seu tempo para leitura de livros e jornais (Olímpio Cruz), e para prática de esportes. Livre-se desse vício.


Essa é a minha dica, sou um viciado.

Shattered Glass: Verdade ou mentira.

Publicado 12/05/2009 por flaviocintra1
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Foto: http://www.allposters.com/-sp/Shattered-Glass-Posters_i1141271_.htm

Foto: http://www.allposters.com/-sp/Shattered-Glass-Posters_i1141271_.htm

Do ano de 2003 e do diretor Billy Ray, Shattered Glass baseia-se na história verídica de Stephen Glass, um jovem jornalista que nos anos 90 tornou-se um dos maiores nomes do jornalismo americano com suas publicações. Entretanto, sua fama foi por água a baixo quando um jornalista de uma revista concorrente descobriu que sua última reportagem era falsa.


O editor Chuck Lane começou a investigar o caso com bastante cautela, Glass tentando se livrar da acusação, deu sua palavra a Chuck de que “Paraíso dos Hackers” não era falsa. O Chefe deu a ele um prazo para que provasse que o artigo era verdadeiro. Desesperado com a acusação, começou a surtar, criando provas falsas que o incriminaram ainda mais.


No auge de seu desespero, o repórter pediu para que seu irmão ligasse para o editor Chuck se passando pelo suposto diretor da Jukt Micronics (uma empresa falsa, criada por ele) falando pra revista deixar ele em paz e que ficou chateado com a publicação “Paraíso dos Hackers”. O que não adiantou muito. Acabou que seu editor descobriu que era seu irmão ao telefone aquele dia, o que o inspirou a ler todas as outras publicações de Glass, descobrindo que 27 de seus 41 artigos são falsos.


A grande conseqüência desse caso foi a perda de seu emprego e a acusação por escrever artigos falsos, sem falar que sua carreira de jornalista findou-se a partir de tal caso.


Era um jornalista alucinado, lunático e sem compromisso com a verdade, pois ele se via nos acontecimentos inventados e para ele era tudo real. No julgamento ele se sentiu em uma sala de aula dando uma “palestra” para alunos de jornalismo de uma faculdade dos EUA, mais quando se deu conta estava sendo condenado.


Hoje Stephen Glass é um advogado bem sucedido e á pouco tempo escreveu um romance baseado na história de um jornalista que escrevia aquilo que lhe passava na cabeça, ou seja, um jornalista que inventava fatos.

Hello world!

Publicado 07/05/2009 por flaviocintra1
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